Quais as cidades mais perigosas do Brasil em 2025? Fuja delas!

Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou dados alarmantes sobre a violência no Brasil. O 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelou que Santana, no Amapá, lidera o ranking das cidades mais violentas do país, com uma taxa de 92,9 mortes violentas por 100 mil habitantes.

Este aumento significativo em relação a 2022, quando Santana ocupava a 31ª posição, destaca uma preocupante escalada na violência urbana.

A categoria de Mortes Violentas Intencionais (MVI) é um indicador crucial para entender a segurança pública no Brasil. Ela abrange homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais.

Cidades mais violentas do Brasil

O ranking das cidades mais perigosas do Brasil, segundo o Anuário, é liderado por Santana, mas outras cidades também apresentam índices preocupantes. Camaçari, na Bahia, ocupa a segunda posição com 90,6 mortes violentas por 100 mil habitantes, seguida por Jequié, também na Bahia, com 84,4.

A lista continua com Sorriso, no Mato Grosso, e Simões Filho, na Bahia, completando os cinco primeiros lugares.

O estado da Bahia se destaca negativamente, com várias cidades entre as mais violentas, evidenciando um problema regional significativo. 

Por que a violência está aumentando nessas regiões?

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta que as regiões mais afetadas pela violência são aquelas com intensas disputas entre facções criminosas por controle de rotas e territórios. Essas disputas, muitas vezes originadas dentro do sistema prisional, resultam em altos índices de letalidade policial e violência urbana.

Como os estados brasileiros se comparam em termos de violência

Os dados do Anuário também destacam as diferenças entre os estados brasileiros. O Amapá lidera com a maior taxa de mortes violentas intencionais, seguido pela Bahia e Pernambuco. Em contraste, estados como São Paulo, Santa Catarina e o Distrito Federal apresentam as menores taxas, indicando uma variação significativa na segurança pública entre as regiões do país.

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