A partir de 1º de maio de 2026, beneficiários do Bolsa Família precisarão se adaptar a uma nova exigência: a apresentação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) para acessar o programa. O Governo Federal definiu a CIN como essencial para cidadãos sem registro biométrico em bases oficiais, visando reforçar a segurança e a transparência dos programas sociais.
Quem Precisará da CIN e Como Obter?
Essa mudança impactará principalmente novos beneficiários ou aqueles sem biometria registrada. A CIN se tornará um identificador essencial, unificando o CPF nos sistemas de Seguridade Social. O documento pode ser obtido gratuitamente nos institutos de identificação estaduais mediante agendamento, bastando apresentar a documentação exigida, como certidões de nascimento ou casamento.
Transição Planejada para Beneficiários Atuais
Para quem já recebe o benefício, o governo não prevê um bloqueio imediato. A transição será gradual, permitindo que beneficiários ajustem seus registros durante revisões periódicas. Aqueles com biometria registrada em documentos como a CNH podem aguardar tranquilamente.
Foco na Segurança e Transparência
Com a implementação da CIN, o objetivo é garantir que somente indivíduos elegíveis recebam o benefício, prevenindo fraudes e melhorando a alocação dos recursos. Idosos e pessoas com dificuldades de locomoção terão condições especiais no processo de adaptação. Isso assegura que grupos em situações mais vulneráveis tenham tempo e apoio adequados para se ajustar à nova norma.
Ao longo de 2026, o governo manterá canais abertos para comunicação e assistência aos beneficiários, garantindo que todos estejam informados sobre suas obrigações e direitos. A implementação da CIN busca proteger os beneficiários legítimos, mantendo o processo de adesão ao Bolsa Família seguro e confiável.