Empréstimo INSS: veja a quantidade de parcelas que você pode pagar e os juros

Recentemente, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou um aumento no teto de juros mensais para empréstimos consignados destinados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Essa decisão reflete a necessidade de ajustar as taxas de acordo com a Selic, a taxa básica de juros do Brasil, que é definida pelo Banco Central para controlar a inflação. Com essa mudança, os beneficiários do INSS que buscam crédito consignado devem estar atentos às novas condições.

O empréstimo consignado é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente do benefício mensal do aposentado ou pensionista.

Essa forma de empréstimo é considerada segura para as instituições financeiras, pois garante o pagamento das prestações. Contudo, o aumento no teto de juros pode impactar o valor das parcelas, tornando o crédito mais caro para os beneficiários.

Como funciona o empréstimo consignado do INSS

O empréstimo consignado do INSS permite que aposentados e pensionistas utilizem até 35% de seu benefício mensal para o pagamento das parcelas do crédito. Além dos aposentados e pensionistas, os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) também têm acesso a essa modalidade de crédito.

No entanto, aqueles que recebem auxílios temporários, como o auxílio-doença, não estão elegíveis para essa linha de crédito.

Essa modalidade de empréstimo é popular entre os beneficiários do INSS devido à facilidade de contratação e às taxas de juros geralmente mais baixas em comparação com outras formas de crédito. No entanto, com o aumento do teto de juros, é importante que os beneficiários reavaliem suas necessidades de crédito e considerem cuidadosamente os custos envolvidos.

Novo teto de juros para o empréstimo consignado

Com a recente decisão do CNPS, o teto de juros para o empréstimo consignado do INSS foi elevado de 1,80% ao mês para 1,85% ao mês. Essa mudança foi justificada pela necessidade de alinhar as taxas de juros do crédito consignado com o comportamento da Selic, que tem sido ajustada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central desde o ano passado.

É importante destacar que o teto de juros representa o valor máximo que pode ser cobrado pelas instituições financeiras. Isso significa que, embora as taxas possam variar entre diferentes bancos, elas não podem exceder o limite estabelecido pelo CNPS. 

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